- Ei! Criatura das Sombras...
- Eu?! Quem és tu?
- Siga a luz...
- Luz?! Onde está a luz?
- Eu sou a luz, sou as coisas da vida.
- Coisas da noite, ou coisas do dia? Quem és tu e o que me trazes?
- De acordo com minha experiência subjetiva, descobri que sou deus.
- Deus?! Abstrato ou concreto? Como devo agir em relação a isso?
- Adorar-me! É isso que fazem com deus, adoram-no. É o que cabe a você,como minha primeira devota, adorar-me.
- Enquanto meu deus, posso atribuir-lhe as culpas e as glórias.Agüentaria tanta responsabilidade?
- Não, você não sabe nada a respeito de adorações.
- O deus é meu, adoro-o e interpreto-o como bem devo e quero.
- O que eu sou precede a tua existência. Não sou o deus da culpa, e sim da libertação.
- E do que ou quem libertaria seus devotos?
- Queres descobrir o segredo de deus?!
- Quero descobrir todos os segredos de meu deus, só se ama o conhecido. Conhecê-lo, desvendá-lo e finalmente adorá-lo.
- O que queres de deus?
- Há limites para meus pedidos?
- Deus não concebe a idéia de limites.
- Pois bem, quero as coisas da vida, quero as coisas da noite, quero as coisas do dia. É capaz de conseguí-las?
- Pois bem, queres então deus.
Por Lisys e Sonja
quarta-feira, 12 de novembro de 2008
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